Hoje vou colocar algumas foto pra vocês que bati usando uma CANON EOS30D (Emprestada do meu primo Jonas Chagas), Bom não sei usar muito bem a maquina dele ainda, algumas coisas no usar fui descobrindo e assim consegui bater alumas fotos que acho eu que ficaram boas. Bom vou colocar as fotos sem nenhum tratamento possível...
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13 de dez. de 2012
14 de set. de 2012
5 de mai. de 2012
LOMOgrafia
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Há tempos a marca russa Lomo é cultuada por profissionais e hipsters que desejam efeitos descolados em seus cliques. A novidade é que os fãs paulistanos dessa moda poderão adquirir câmeras na primeira loja oficial do fabricante na cidade, a Lomography Gallery Store, recém inaugurada na Rua Augusta.

O maior diferencial da Lomo são suas lentes, capazes de dar efeitos diversos às fotos, como o modelo com Fisheye, que imita um olho de peixe ao distorcer a imagem. Outra vantagem são os preços mais acessíveis. Na loja paulistana, as mais baratas — Actionsampler Chrome e Actionsampler Clear — sairão por 99 reais cada uma. Já a mais cara, a Horizon Perfekt, será vendida por 1.199 reais.

A Lomography também terá filmes à venda, desde o rolo simples (R$ 35 a caixa com três), até películas especiais que dão tons avermelhados, esverdeados ou violeta para as imagens (R$ 58 a caixa com três). Na loja, também será possível fazer a revelação das fotos. No início, o processo será feito em parceria com um laboratório, mas até o ano que vem o estabelecimento promete um espaço para fazer as revelações por lá mesmo.

Esse recurso de unir os efeitos da câmera aos filmes especiais deu origem à Lomografia, movimento que inspirou o aplicativo para iPhone Instagram, febre entre os usuários do smartphone da Apple.

“Até quem está acostumado a usar a Lomo pode se surpreender com o resultado de uma imagem”, diz o fotógrafo profissional Jorge Sato, que se rendeu à máquina em 2006. Ele tem oito câmeras da marca e afirma que seu modelo favorito é a LC-A, que custa 699 reais e permite fazer uma espécie de colagem entre duas imagens, que se sobrepõem no resultado final.

Para quem quer aderir à Lomografia, a dica é experimentar. Há até uma lista com dez regras básicas para seguir o movimento, que mais parece uma filosofia de vida para seus adeptos:

1. Leve a sua Lomo para qualquer lugar que você vá
2. Fotografe a qualquer hora do dia ou da noite
3. A Lomografia não interfere na sua vida, é parte dela
4. Aproxime-se o mais que puder do objeto a ser fotografado
5. Não pense
6. Seja rápido
7. Você não precisa saber antecipadamente o que vai fotografar…
8. …nem posteriormente
9. Não fotografe com os olhos
10. Não se preocupe com as regras
Enjoy!
O maior diferencial da Lomo são suas lentes, capazes de dar efeitos diversos às fotos, como o modelo com Fisheye, que imita um olho de peixe ao distorcer a imagem. Outra vantagem são os preços mais acessíveis. Na loja paulistana, as mais baratas — Actionsampler Chrome e Actionsampler Clear — sairão por 99 reais cada uma. Já a mais cara, a Horizon Perfekt, será vendida por 1.199 reais.
A Lomography também terá filmes à venda, desde o rolo simples (R$ 35 a caixa com três), até películas especiais que dão tons avermelhados, esverdeados ou violeta para as imagens (R$ 58 a caixa com três). Na loja, também será possível fazer a revelação das fotos. No início, o processo será feito em parceria com um laboratório, mas até o ano que vem o estabelecimento promete um espaço para fazer as revelações por lá mesmo.
Esse recurso de unir os efeitos da câmera aos filmes especiais deu origem à Lomografia, movimento que inspirou o aplicativo para iPhone Instagram, febre entre os usuários do smartphone da Apple.
“Até quem está acostumado a usar a Lomo pode se surpreender com o resultado de uma imagem”, diz o fotógrafo profissional Jorge Sato, que se rendeu à máquina em 2006. Ele tem oito câmeras da marca e afirma que seu modelo favorito é a LC-A, que custa 699 reais e permite fazer uma espécie de colagem entre duas imagens, que se sobrepõem no resultado final.
Para quem quer aderir à Lomografia, a dica é experimentar. Há até uma lista com dez regras básicas para seguir o movimento, que mais parece uma filosofia de vida para seus adeptos:
1. Leve a sua Lomo para qualquer lugar que você vá
2. Fotografe a qualquer hora do dia ou da noite
3. A Lomografia não interfere na sua vida, é parte dela
4. Aproxime-se o mais que puder do objeto a ser fotografado
5. Não pense
6. Seja rápido
7. Você não precisa saber antecipadamente o que vai fotografar…
8. …nem posteriormente
9. Não fotografe com os olhos
10. Não se preocupe com as regras
Enjoy!
12 de abr. de 2012
28 de mar. de 2012
27 de mar. de 2012
As 5 características de uma ótima foto
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Fotografia
1. Uma ótima composição (tem que ter!)
Existem várias regras e métodos diferentes por aí para criar ótimas composições. Desde as mais comuns, como a Regra dos Terços e a Simetria, e também as não tão comuns envolvendo composições assimétricas com balanço de objetos, linhas e emolduramento. Essa é a primeira característica que estou contando porque não importa qual estilo, técnica ou regra você use: desde que toda imagem tenha uma composição bem feita. Existem momentos em que a composição ter que ser totalmente esquecida para podermos simplesmente registrar aquele momento, mas sempre que possível ela deve ser considerada como principal característica de uma bela foto.

Existem várias regras e métodos diferentes por aí para criar ótimas composições. Desde as mais comuns, como a Regra dos Terços e a Simetria, e também as não tão comuns envolvendo composições assimétricas com balanço de objetos, linhas e emolduramento. Essa é a primeira característica que estou contando porque não importa qual estilo, técnica ou regra você use: desde que toda imagem tenha uma composição bem feita. Existem momentos em que a composição ter que ser totalmente esquecida para podermos simplesmente registrar aquele momento, mas sempre que possível ela deve ser considerada como principal característica de uma bela foto.
2. Emoção
Como seres humanos somos atraídos por emoção. Seja algo que nos faça rir ou chorar, emoção é o que todos temos em comum. Imagens mostrando emoções e momentos únicos sempre vão chamar atenção de quem está vendo a sua foto.

Como seres humanos somos atraídos por emoção. Seja algo que nos faça rir ou chorar, emoção é o que todos temos em comum. Imagens mostrando emoções e momentos únicos sempre vão chamar atenção de quem está vendo a sua foto.
3. Uma história por trás
Algumas fotos não têm uma composição maravilhosa ou qualquer característica técnica exepcional – somente contam uma história. Os melhores exemplos de fotos que contam histórias são encontradas no fotojornalismo. Desde a captura de um campeão levantando a taça até um protestante em frente à um tanque no massacre de Tiananmen Square… essas imagens congelam momentos da história e nos trasformam em testemunhas destes acontecimentos.

Algumas fotos não têm uma composição maravilhosa ou qualquer característica técnica exepcional – somente contam uma história. Os melhores exemplos de fotos que contam histórias são encontradas no fotojornalismo. Desde a captura de um campeão levantando a taça até um protestante em frente à um tanque no massacre de Tiananmen Square… essas imagens congelam momentos da história e nos trasformam em testemunhas destes acontecimentos.
4. Espaço para nossa imaginação
Nem tudo na foto precisa ser óbvio. Assim como os livros são sempre melhores do que os filmes porque deixam a gente imaginar boa parte da histórias, as fotos que contam um pouquinho mas deixam o restante para nós criarmos na mente também são bonitas, intrigantes e interessantes.

Nem tudo na foto precisa ser óbvio. Assim como os livros são sempre melhores do que os filmes porque deixam a gente imaginar boa parte da histórias, as fotos que contam um pouquinho mas deixam o restante para nós criarmos na mente também são bonitas, intrigantes e interessantes.
5. Iluminação e cores espetaculares
A iluminação e as cores são elementos super técnicos mas que fazem toda a diferença em uma foto. Não é simplesmente deixando uma foto super saturada ou em preto e branco que conseguiremos arrancar suspiros. É preciso saber o que cada uso dessas técnicas faz com a impressão que temos da foto. Resumindo: é preciso que a mensagem seja passada com o que foi fotografado e da forma que isso está exposto.

A iluminação e as cores são elementos super técnicos mas que fazem toda a diferença em uma foto. Não é simplesmente deixando uma foto super saturada ou em preto e branco que conseguiremos arrancar suspiros. É preciso saber o que cada uso dessas técnicas faz com a impressão que temos da foto. Resumindo: é preciso que a mensagem seja passada com o que foi fotografado e da forma que isso está exposto.
Como fotografar sob sol intenso
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Fotografia
Como já disse várias vezes o melhor horário para fotografar é bem no início da manhã ou bem no final da tarde. Porém, principalmente quando você depende da disponibilidade de um cliente, nem sempre é possível fazer essa façanha (eu diria que quase nunca! rs) Então o que fazer quando é necessário fotografar debaixo do sol do meio dia?
Por que o sol intenso não é legal?
A maioria das pessoas comuns (que serão seus clientes) pensam que para fazer fotos bonitas com a luz natural é preciso estar um dia super ensolarado. Elas não podiam estar mais erradas! Com o sol forte em cima das nossas cabeças as sombras ficam duras e dão destaque para os nossos defeitinhos, além de muitas vezes o retratado ficar com os olhinhos apertados pelo excesso de claridade.
Não existe nada melhor que um dia nublado para fotografar! Quando o dia não está nublado podemos nos contentar com o amenhecer e anoitecer, quando a luz também está bem difusa.
Isso vale principalmente para retratos, mas ao fotografar paisagens você vai notar que o meio dia é também o pior horário para fotos lindas. Os extremos do dia são sempre a melhor opção.
Procure uma sombra
Pois é: a principal dica para fotografar sob sol intenso é sair debaixo do sol intenso! rs
O primeiro passo é levar seu modelo para a sombra. Na sombra a luz vai ser difusa e agradável, facilitando muito a sua vida.

Por que o sol intenso não é legal?
A maioria das pessoas comuns (que serão seus clientes) pensam que para fazer fotos bonitas com a luz natural é preciso estar um dia super ensolarado. Elas não podiam estar mais erradas! Com o sol forte em cima das nossas cabeças as sombras ficam duras e dão destaque para os nossos defeitinhos, além de muitas vezes o retratado ficar com os olhinhos apertados pelo excesso de claridade.
Não existe nada melhor que um dia nublado para fotografar! Quando o dia não está nublado podemos nos contentar com o amenhecer e anoitecer, quando a luz também está bem difusa.
Isso vale principalmente para retratos, mas ao fotografar paisagens você vai notar que o meio dia é também o pior horário para fotos lindas. Os extremos do dia são sempre a melhor opção.
Procure uma sombra
Pois é: a principal dica para fotografar sob sol intenso é sair debaixo do sol intenso! rs
O primeiro passo é levar seu modelo para a sombra. Na sombra a luz vai ser difusa e agradável, facilitando muito a sua vida.
Use a luz do sol atrás do modelo
Caso o sol tenha um pouco de ângulo você pode posicionar seu modelo exatamente de costas para ele, criando uma “luz de recorte” natural. Em algumas situações vai ser interessante você usar um flash ou rebatedor para preencher a luz no rosto do modelo.

As duas primeiras fotos acima foram feitas com um dia um pouco nublado e por isso não precisamos usar nenhum preenchimento (a modelo estava na sombra somente com as costas expostas ao sol)! Já na última foto foi usado um flash para iluminar o rosto da modelo e equilibrá-la com o background.
Use os padrões de sombras
Se o sol está criando um padrão de sombra bonito é uma ótima ideia utilizá-lo na composição da sua foto. Luz passando por folhas, construções e outros objetos fazem sombras lindas!

Nessa foto do Marcos Serra Lima foi usada a sombra de um coqueiro.
Caso o sol tenha um pouco de ângulo você pode posicionar seu modelo exatamente de costas para ele, criando uma “luz de recorte” natural. Em algumas situações vai ser interessante você usar um flash ou rebatedor para preencher a luz no rosto do modelo.
As duas primeiras fotos acima foram feitas com um dia um pouco nublado e por isso não precisamos usar nenhum preenchimento (a modelo estava na sombra somente com as costas expostas ao sol)! Já na última foto foi usado um flash para iluminar o rosto da modelo e equilibrá-la com o background.
Use os padrões de sombras
Se o sol está criando um padrão de sombra bonito é uma ótima ideia utilizá-lo na composição da sua foto. Luz passando por folhas, construções e outros objetos fazem sombras lindas!
Nessa foto do Marcos Serra Lima foi usada a sombra de um coqueiro.
Use um difusor
Caso seja impossível sair do sol intenso use um difusor bem grande para que a luz que chega no seu assunto não esteja mais tão dura.
Caso seja impossível sair do sol intenso use um difusor bem grande para que a luz que chega no seu assunto não esteja mais tão dura.
Ajustando o White Balance no Lightroom
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Fotografia
Sim, todos sabemos que uma foto bem tirada é a que necessita de o mínimo de retoques, porém nem sempre isso se torna realidade. Muitas vezes as condições de iluminação do local distorcem as cores reais que necessitam realmente ser retratadas.
Uma das maneiras de corrigir isso é utilizar o White Balance da própria câmera. Esse recurso geralmente vêm identificado como “WB” e vem com vários presets que podem ser mudados de acordo com o tipo de luz do ambiente (automático, incandescente-amarelada, fluorescente-azulada, luz do sol, nublado, etc…) Algumas máquinas ainda permitem que você defina a temperatura da cor, dentro de uma escala que vai de 2000 (super azulada) a 50000 (super amarelada).
Mas, se por algum motivo não foi possível selecionar o tipo de luz adequeado, ou simplesmente ou automático comeu bola e “estragou”sua foto, nem tudo está perdido. O LightRoom está aí pra nos auxiliar nessa tarefa.
Esse é um procedimento que pra mim já é padrão, uma das primeiras coisas que faço após importar as fotos no LightRoom é conferir se realmente o balanço de brancos da foto está correto, muitas vezes as mudanças são muito sutis ou quase nulas, mas as vezes faz bastante diferença.
No Exemplo citado abaixo, uma seqüência de fotos foi tirada com o balanço de brancos no automático utilizando uma Nikon D40, Lente Sigma 10-20, F8, com tripé, ISO 200 e sem nenhum tipo de iluminação auxiliar. A iluminação do ambiente é incandescente e o modo automático do White Balance não conseguiu chegar na cor real, deixando todas as fotos amareladas e sem cor.
Esse tipo de compensação é bem simples no LightRoom:

Após importar as fotos no LightRoom, clique em Develop. No lado direito, onde ficam as ferramentas. Na primeira ferramenta, Basic, abre logo no topo as opções de balanço de brancos:

Clicando em Custom você tem acesso a alguns presets como luz Fluorescente, Luz do Dia, Nublado, etc… Mas já que está aqui que tal tentar achar seu próprio balanço de brancos para que consiga exatamente a cor real do ambiente?
Para isso clique no “conta gotas” que aparece ao lado esquerdo de WB (veja figura acima.)
Após clicar no conta gotas você deve indicar uma área na imagem que contenha uma cor neutra do balanço de brancos. A dica aqui é procurar por uma área que na verdade seria branca ou cinza no ambiente real, e está modificada pelo balanço de brancos que a máquina aplicou.
No exemplo abaixo, eu optei pela parede, que eu sei que na realidade é branca:

A diferença se vê na hora, com o balanço de brancos equilibrado, as cores da imagem sobem e não ficam mais “ofuscadas”pelo excesso de amarelo (no exemplo acima). Se você quiser, ainda pode tentar algum ajuste fino mexendo na temperatura de cor (Primeira barrinha, identificada Temp) e Matiz (Segunda barrinha, identificada Tint.)

Antes:

Depois:

Aí fica muito mais fácil de fazer qualquer outro tipo de edição e tratamento. Isso aí já é um grande passo pra quem está se aventurando pelo mundo mágico do LightRoom.
Uma das maneiras de corrigir isso é utilizar o White Balance da própria câmera. Esse recurso geralmente vêm identificado como “WB” e vem com vários presets que podem ser mudados de acordo com o tipo de luz do ambiente (automático, incandescente-amarelada, fluorescente-azulada, luz do sol, nublado, etc…) Algumas máquinas ainda permitem que você defina a temperatura da cor, dentro de uma escala que vai de 2000 (super azulada) a 50000 (super amarelada).
Mas, se por algum motivo não foi possível selecionar o tipo de luz adequeado, ou simplesmente ou automático comeu bola e “estragou”sua foto, nem tudo está perdido. O LightRoom está aí pra nos auxiliar nessa tarefa.
Esse é um procedimento que pra mim já é padrão, uma das primeiras coisas que faço após importar as fotos no LightRoom é conferir se realmente o balanço de brancos da foto está correto, muitas vezes as mudanças são muito sutis ou quase nulas, mas as vezes faz bastante diferença.
No Exemplo citado abaixo, uma seqüência de fotos foi tirada com o balanço de brancos no automático utilizando uma Nikon D40, Lente Sigma 10-20, F8, com tripé, ISO 200 e sem nenhum tipo de iluminação auxiliar. A iluminação do ambiente é incandescente e o modo automático do White Balance não conseguiu chegar na cor real, deixando todas as fotos amareladas e sem cor.
Esse tipo de compensação é bem simples no LightRoom:
Após importar as fotos no LightRoom, clique em Develop. No lado direito, onde ficam as ferramentas. Na primeira ferramenta, Basic, abre logo no topo as opções de balanço de brancos:
Clicando em Custom você tem acesso a alguns presets como luz Fluorescente, Luz do Dia, Nublado, etc… Mas já que está aqui que tal tentar achar seu próprio balanço de brancos para que consiga exatamente a cor real do ambiente?
Para isso clique no “conta gotas” que aparece ao lado esquerdo de WB (veja figura acima.)
Após clicar no conta gotas você deve indicar uma área na imagem que contenha uma cor neutra do balanço de brancos. A dica aqui é procurar por uma área que na verdade seria branca ou cinza no ambiente real, e está modificada pelo balanço de brancos que a máquina aplicou.
No exemplo abaixo, eu optei pela parede, que eu sei que na realidade é branca:
A diferença se vê na hora, com o balanço de brancos equilibrado, as cores da imagem sobem e não ficam mais “ofuscadas”pelo excesso de amarelo (no exemplo acima). Se você quiser, ainda pode tentar algum ajuste fino mexendo na temperatura de cor (Primeira barrinha, identificada Temp) e Matiz (Segunda barrinha, identificada Tint.)
Antes:
Depois:
Aí fica muito mais fácil de fazer qualquer outro tipo de edição e tratamento. Isso aí já é um grande passo pra quem está se aventurando pelo mundo mágico do LightRoom.
Uso de cores contrastantes
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Existem cores que, se usadas em conjunto, dão harmonia e equilíbrio para uma foto (ou pintura, ou peça de design, ou filme…) – são cores que se complementam e descobrimos isso analisando o círculo cromático:

Algumas combinações básicas e que você já deve ter visto bastante são amarelo com roxo e vermelho com verde. Essas cores sãoopostas no círculo cromático, e uma cor quente complementa uma cor fria. Usar duas cores opostas (complementares) é quase sempre garantia de uma boa foto!
Várias outras combinações funcionam tão bem quanto essas, como cores próximas entre si na escala, tríades… e o seu bom senso. Cores pastéis normalmente combinam bastante entre si independentemente do tom, por exemplo. Você pode simular a combinação de várias cores usando sites como o Color Scheme Designer ou encontrar palhetas harmônicas para inspiração noAdobe Kuler.
Algumas combinações básicas e que você já deve ter visto bastante são amarelo com roxo e vermelho com verde. Essas cores sãoopostas no círculo cromático, e uma cor quente complementa uma cor fria. Usar duas cores opostas (complementares) é quase sempre garantia de uma boa foto!
Várias outras combinações funcionam tão bem quanto essas, como cores próximas entre si na escala, tríades… e o seu bom senso. Cores pastéis normalmente combinam bastante entre si independentemente do tom, por exemplo. Você pode simular a combinação de várias cores usando sites como o Color Scheme Designer ou encontrar palhetas harmônicas para inspiração noAdobe Kuler.
Uso de cores na prática
O uso de cores opostas é fácil de ser notado na produção de um clipe da Alicia Keys (sim, eu fico notando essas coisas rs.) Veja essa foto de um paparazzo: ela usa como cenário as clássicas mesas e cadeiras de plástico amarelas brasileiras e uma rouparoxa para contrastar (com alguns detalhes e sapatos em amarelo!) O visual fica harmônico e agradável. O clipe vai ficar muito bonito!

A natureza sabe que essa combinação é irresistível e por isso é fácil encontrar muitas fotos, lindas, como essa:

Outro uso super tradicional é do vermelho com o verde. Um dos filmes mais lindos de todos os tempos – O Fabuloso Destino de Amélie Poulain - usa e abusa dessa palheta de cores. Aliás é bem interessante notar como quase 100% do filme foi filmado usando o contraste dessas duas cores. Lindo!

Abaixo está o quarto dos meus sonhos!

Laranja com azul é outra combinação clássica e certeira:

Mas não só de opostos no círculo cromático é feita uma foto harmônica. Com bom senso você usa as cores para passar a sensação desejada. Por exemplo: sou apaixonada por combinações usando o verde (natureza freak, admito!) Verde com amarelo bem saturado, verde com azul pastel, verde com outros tons de verde e principalmente verde com tom de pele!
Além disso o uso de cores mais neutras (como o bege / tom de pele, marrom ou mesmo cinza) junto com outras combinações ajuda a manter o equilíbrio da imagem que usa várias cores contrastantes.
O uso de cores opostas é fácil de ser notado na produção de um clipe da Alicia Keys (sim, eu fico notando essas coisas rs.) Veja essa foto de um paparazzo: ela usa como cenário as clássicas mesas e cadeiras de plástico amarelas brasileiras e uma rouparoxa para contrastar (com alguns detalhes e sapatos em amarelo!) O visual fica harmônico e agradável. O clipe vai ficar muito bonito!
A natureza sabe que essa combinação é irresistível e por isso é fácil encontrar muitas fotos, lindas, como essa:
Outro uso super tradicional é do vermelho com o verde. Um dos filmes mais lindos de todos os tempos – O Fabuloso Destino de Amélie Poulain - usa e abusa dessa palheta de cores. Aliás é bem interessante notar como quase 100% do filme foi filmado usando o contraste dessas duas cores. Lindo!
Abaixo está o quarto dos meus sonhos!
Laranja com azul é outra combinação clássica e certeira:
Mas não só de opostos no círculo cromático é feita uma foto harmônica. Com bom senso você usa as cores para passar a sensação desejada. Por exemplo: sou apaixonada por combinações usando o verde (natureza freak, admito!) Verde com amarelo bem saturado, verde com azul pastel, verde com outros tons de verde e principalmente verde com tom de pele!
Além disso o uso de cores mais neutras (como o bege / tom de pele, marrom ou mesmo cinza) junto com outras combinações ajuda a manter o equilíbrio da imagem que usa várias cores contrastantes.
O fundo embaçado é tão importante para fotos bonitas?
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Eu gostaria de “dar meu pitaco” não só no comentário dele sobre o Bokeh, e sim sobre o comentário no geral.
Primeiro: ele já começou o comentário de forma errada. Gente que começa falando que é profissional há tantos anos só pode estar querendo se justificar. E tem mais: conheço fotógrafos de anos que não sabem usar a câmera no modo manual assim como fotógrafos maravilhosos que compraram sua primeira DSLR há dois meses.
Como eu sempre digo: nosso “mundo” da fotografia está cheio de gente arrogante. Por isso humildade é uma característica que se destaca. Mas não no caso do nosso amigo Benji.
A forma como ele se referiu aos fotógrafos mais jovens também mostra isso: esses “profissionais” da internet (assim, entre aspas). Ele disse isso se referindo à nossa (minha, pelo menos) geração, que aprende muita coisa na internet, e também compartilha muito – seja no Flickr, Olhares, blogs, etc… ou seja: ele não só se acha superior por ter feito uma faculdade como acha que qualquer um que tenha colocado sua primeira foto profissional no Flickr é um zero à esquerda. Tolerância é para os fracos, né Benji?
Dito isso, vamos ao comentário a respeito da abertura e sua relação com retratos!
Abertura + Assunto + Fundo
Vou dar uma de arrogante assim como ele: fotografo pessoas e essa é uma das atividades que paga minhas contas. Talvez aqui no Brasil o gosto seja diferente (ouso dizer: melhor rs…), mas meus clientes gostam muito dos meus retratos e por isso pelo menos um pouquinho de razão devo ter:
1. Quando estou fotografando pessoas estou quase 100% do tempo com a abertura máxima da minha lente. Normalmente isso é 2.8, mas quando uso a 50mm, é quase certo que estarei fotografando em 1.8 – se eu tivesse uma 1.4 certamente estaria fotografando nessa abertura, mas não tenho.
2. É algo básico da técnica de fotografia de retratos que o fundo interessa sim. É óbvio que o mais importante do retrato é a pessoa, mas isso só dá mais importância ainda para o fundo. Se o fundo está todo em foco ele vai chamar mais atenção do que o nosso retratado! Além do que, se o fundo não tem nada a ver com o nosso retratado, a imagem final não vai ter nenhum equilíbrio.

3. E tem mais: interessa sim se o Bokeh está legal – o seu cliente provavelmente não vai falar “quero um bokeh bonito” pois ele não sabe o que é isso. Mas quando eles vêem uma foto com profundidade de campo curta eles acham aquilo lindo! Eles não conseguem fazer aquilo sozinhos e não sabem como funciona, mas (e talvez por isso) acham bonito! Então um fundo desfocado é SIM uma forma de fazer uma foto parecer mais legal! E a desculpa dos clientes não cola comigo u.u
Primeiro: ele já começou o comentário de forma errada. Gente que começa falando que é profissional há tantos anos só pode estar querendo se justificar. E tem mais: conheço fotógrafos de anos que não sabem usar a câmera no modo manual assim como fotógrafos maravilhosos que compraram sua primeira DSLR há dois meses.
Como eu sempre digo: nosso “mundo” da fotografia está cheio de gente arrogante. Por isso humildade é uma característica que se destaca. Mas não no caso do nosso amigo Benji.
A forma como ele se referiu aos fotógrafos mais jovens também mostra isso: esses “profissionais” da internet (assim, entre aspas). Ele disse isso se referindo à nossa (minha, pelo menos) geração, que aprende muita coisa na internet, e também compartilha muito – seja no Flickr, Olhares, blogs, etc… ou seja: ele não só se acha superior por ter feito uma faculdade como acha que qualquer um que tenha colocado sua primeira foto profissional no Flickr é um zero à esquerda. Tolerância é para os fracos, né Benji?
Dito isso, vamos ao comentário a respeito da abertura e sua relação com retratos!
Abertura + Assunto + Fundo
Vou dar uma de arrogante assim como ele: fotografo pessoas e essa é uma das atividades que paga minhas contas. Talvez aqui no Brasil o gosto seja diferente (ouso dizer: melhor rs…), mas meus clientes gostam muito dos meus retratos e por isso pelo menos um pouquinho de razão devo ter:
1. Quando estou fotografando pessoas estou quase 100% do tempo com a abertura máxima da minha lente. Normalmente isso é 2.8, mas quando uso a 50mm, é quase certo que estarei fotografando em 1.8 – se eu tivesse uma 1.4 certamente estaria fotografando nessa abertura, mas não tenho.
2. É algo básico da técnica de fotografia de retratos que o fundo interessa sim. É óbvio que o mais importante do retrato é a pessoa, mas isso só dá mais importância ainda para o fundo. Se o fundo está todo em foco ele vai chamar mais atenção do que o nosso retratado! Além do que, se o fundo não tem nada a ver com o nosso retratado, a imagem final não vai ter nenhum equilíbrio.
3. E tem mais: interessa sim se o Bokeh está legal – o seu cliente provavelmente não vai falar “quero um bokeh bonito” pois ele não sabe o que é isso. Mas quando eles vêem uma foto com profundidade de campo curta eles acham aquilo lindo! Eles não conseguem fazer aquilo sozinhos e não sabem como funciona, mas (e talvez por isso) acham bonito! Então um fundo desfocado é SIM uma forma de fazer uma foto parecer mais legal! E a desculpa dos clientes não cola comigo u.u
Teoria Básica de HDR
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HDR é uma técnica de imagem digital, usada principalmente em fotografia, mas pode ter outras aplicações. Ela não é algo simples, mas depois de algumas coisas serem entendidas, ela passa a fazer sentido.
Ela foi criada para contornar as limitações dos equipamentos atuais, tanto os de captura de imagens, como de exibição.
Este artigo é meio longo, mas tentei fazer com que fosse claro, não maçante e fácil de ser entendido.
Este artigo foi baseado em uma longa explicação dada num tópico sobre dúvidas de HDR na comunidade “HDR Photo Brazil” do Orkut, que se tornou um artigo na comunidade depois de uma revisão. Aqui ele foi adaptado e revisto.
LDR (JPEG etc) x RAW
Para começar vamos definir o que é LDR. LDR é Low Dynamic Range. São imagens de baixa quantidade de tons. Antigamente, para uso geral e devido a dificuldades tecnológicas, imagens com 24 bits por pixel – 8 bits para cada uma das cores (RGB, Vermelho, Verde e Azul) – eram consideradas imagens de alta qualidade. Para uso geral ainda pode-se considerar isto mas para a fotografia não.
O olho humano é capaz de distinguir muito mais tons do que isto. Os sensores de câmeras têm limitações de quantidade de tons e o formato de imagem JPEG tem mais ainda. Não sei se você já tirou foto de uma cena e quando olhou a foto na câmera, ou no computador, viu que as sombras estavam mais escuras que na cena real, e a área que aparece estourada tinha detalhes que não apareceram na foto. A faixa dinâmica do olho é maior que a da câmera, especialmente em relação ao JPEG.
Muitos detalhes ainda estão no RAW que saiu do digitalizador do sensor. Mas uma imagem RAW não tem a correção de cor do balanço de branco, por exemplo. Ela é crua. Esta correção de cor é feita na criação do JPEG.
Não sabe o que é RAW? Aprenda no Click #1 – O que é RAW e conheça as Vantagens e Desvantagens de usar esse formato.
Quase a totalidade das câmeras amadoras costumam gerar o JPEG a partir deste RAW, que depois é descartado. Boas câmeras, para usuários mais exigentes, dão a opção de salvar este RAW, e também a de nem gerar o JPEG, só guardando o RAW.
Neste “espaço” a mais do RAW, o alcance dinâmico do RAW, não existem só valores intermediários aos valores representáveis no JPEG. Existem valores muito acima do branco e muito abaixo do preto do JPEG. Por exemplo: um vestido de noiva estourado no JPEG pode não estar estourado no RAW. Como uma sombra sem detalhes no JPEG pode ter muitas nuances que podem ser vistas tratando o RAW. Eu já tirei fotos estouradas propositalmente, para tratar o RAW e fazer uma imagem legal. Assim como já editei um RAW para clarear a área que estava em sombra.
O tratamento do RAW citado acima ainda não é chamado de HDR, mas o RAW pode ser chamado de HDRI (High Dynamic Range Image – Imagem de grande alcance dinâmico). Qualquer imagem de uma grande quantidade de tons, muito maior que o JPEG, pode ser chamada de HDRI.
Um exemplo bom de tratamento de JPEG, limitação de JPEG, e resultado com o tratamento de RAW, pode ser visto nas minhas fotos de um raio. Elas estão abaixo:
O JPEG que saiu da câmera:

O JPEG tratado:

Note que a foto que saiu da câmera estava muito estourada, e quando tentei melhorar encontrei a limitação de tons. Praticamente tudo que estava estourado continuou estourado. E ainda gerei uma espécie de “conjunto de degraus” nos tons da imagem. Isto se deve à falta de tons intermediários.
Pensei em tratar o RAW que saiu da câmera, mas deixei para depois. Quando li o artigo sobre RAW do Ivan de Almeida, que recomendo a leitura, me empolguei.
O RAW foi tratado e convertido para JPEG. Na realidade se escolhe uma curva na qual apareça melhor o que se deseja e a converte para um LDR, que no caso foi JPEG (Poderia ter sido um TIFF de 8 bits por cor.). O resultado foi:

O raio foi muito intenso, e ficou estourado até no RAW, mas o tratamento mostrou muitas coisas que eu nem tinha reparado na hora. Ao meu olho este raio pareceu fino, e não tão largo, mas não vi os detalhes que aparecem nele. O tratamento do RAW extraiu mais detalhes dos tons intermediários, que não existiam no JPEG, e ainda os detalhes além do branco do JPEG.
Outro exemplo, agora ao contrário, recuperando as sombras.
Imagem que saiu da câmera:

E depois de tratada:

Sim, era cena para fazer um HDR, mas eu não conhecia a técnica na época.
Sim, na cena acima eu perdi parte do céu tentando fazer a sombra aparecer. E note o ruído na parte mais escura.
Ruído
Todo sensor tem ruído, e ele fica mais evidente quando se clareia uma sombra. A foto acima não foi tirada fazendo super-exposição, o que melhoraria um pouco a situação da sombra.
Tem usos especiais nos quais o sensor é refrigerado com Nitrogênio líquido (-200 graus Celsius aproximadamente.) para gerar menos ruído. Parece que isto é comum em grandes telescópios. Câmeras com sensores pequenos, como as compactas e as Ultra Zoom, são mais sujeitas a ruídos devido ao sensor pequeno. As câmeras feitas para profissionais, semi-profissionais etc, são com sensores maiores para ter menos ruído.
Quanto maior a sensibilidade, maior é o ruído, pois a eletrônica da câmera amplifica mais o sinal que vem do sensor, e nisto amplifica também o ruído. Aumente o volume do amplificador de um aparelho de som, sem nenhuma entrada, e perceberá que sai um pouco de ruído das caixas de som. Aqui vai então a primeira dica: Faça HDR com baixa sensibilidade, com ISO 100, ou o ISO mais baixo natural do sensor da sua câmera.
Criação de uma HDRI
Mesmo um RAW pode não representar bem uma cena toda. Então se pode combinar vários deles para montar a cena toda. Cada uma com uma exposição diferente. Assim, o que não ficar bem representado em um RAW, ficando estourado ou escuro demais, será bem representado por outro, ou outros. Eu tipicamente uso passos de 2 EV.
Existem pelo menos dois métodos de juntar estas imagens, mas aparentemente o mais usado é o Debevec. Paul E. Debevec eJitendra Malik apresentaram o método na SIGGRAPH 97, em Agosto de 1997. Neste artigo usaram 16 fotos com 1 EV entre cada uma delas. Cada uma foi tirada com a metade do tempo de exposição da seguinte, e o dobro da anterior (ou ao contrário… mas não importa a ordem que tiraram as fotos). Depois as imagens foram colocadas num programa com o algoritmo criado por eles para juntar as imagens.
O algoritmo é basicamente uma média ponderada sofisticada, levando em conta o nível de exposição como o fator de ponderação. Neste processo é gerada uma HDRI com uma quantidade de tons muito mais alta que a de um só RAW.
Eu já fiz um HDR com 7 fotos, atravessando uma faixa de quase 12 EV, variando de 40 segundos de exposição até 1/100 s. Assim peguei a palmeira que estava escura até o letreiro luminoso.

Acho que este caso gerei uma HDRI com uma gama tonal maior que a do meu olho.
Algumas regras
Mas existem algumas regras para fazer as fotos e assim gerar o HDR de qualidade:
Nada pode se mexer. Se tiver vento e as plantas estiverem balançado, elas ficarão borradas. Pessoas se movendo ficam borradas.
Você não pode variar a abertura para mudar a exposição, pois isto muda a profundidade de campo, o que está ou não está em foco. E isto gera coisas borradas estranhas. varie só o tempo.
Em alguns programas de conversão é necessário travar o balanço de branco da câmera, para que esta informação seja constante por todo o processo.
ISO 100, ou o natural mais baixo do sensor. Se a câmera faz ISO 100 como um estendido, como as Nikon DSLR novas, use o 200, pois este pode lhe dar uma faixa dinâmica melhor. Não experimentei isto, mas acho que isto faz sentido com o que sei e já li.
Use formato RAW, e não JPEG. Por dois motivos. O RAW já é um HDRI, com uma faixa dinâmica maior, e o JPEG é uma aproximação matemática, com erros de aproximação, e isto gera ruídos.
Use um tripé muito estável. Isto ajuda, mesmo que o programa compense pequenos deslocamentos.
Tem câmeras que tem o recurso de tirar várias fotos em RAW com tempos de exposição diferentes. Use este recurso, a não ser que seja insuficiente para o caso. Eu uso modo manual e faço foto a foto por limitações da minha câmera.
Se a sua câmera for uma DSLR, é boa idéia levantar previamente o espelho.
Voltando ao exemplo acima
Voltemos ao exemplo acima. Na primeira foto, tal como aparecia no JPEG (a de 40 segundos) a palmeira estava muito clara, o céu tinha alguma claridade, mas a frente das construções e a rua estavam TOTALMENTE estouradas. Na segunda foto (a de 10 segundos) a palmeira estava um pouco escura, e as construções estouradas… Na foto com a exposição normal a palmeira estava muito escura, quase não aparecia, se é que aparecia. mas o letreiro era um borrão branco… E depois tudo foi escurecendo… Na de 1/25s, basicamente só aparecia o letreiro, e este ainda estava muito claro, mas já dava para ver coisas escritas nele. Na de 1/100 s só aparecia o letreiro, e ele estava um pouco escurecido.
Acima falei “tal como aparecia no JPEG”, pois o RAW continha mais informações, tanto intermediárias, como acima e abaixo do representável pelo JPEG (Ele é um LDR, lembra-se?). Mas duvido que na foto com a exposição sugerida como boa pela câmera desse para ler o letreiro ou ver muitos detalhes da palmeira, mesmo que fosse tratada.
Mas como se consegue ver as HDRI no Orkut, nos navegadores, na sua tela se nestes locais só são aceitos LDR?
Ops… rsrs Hora do Tone Mapping… rs
Como ver imagens HDR em um mundo preparado só para ver imagens LDR? Truque de mágica? Ilusionismo? Em parte sim.
Tone Mapping significa mapeamento de tons. São métodos para representar HDRIs em um formato LDR, de modo que se possa ver todos os, ou muitos dos, detalhes de tons. Alguns algoritmos levam em conta vizinhanças, outros não. Alguns são muito realistas (Reinhard 2002, Durand, Drago), outros parecem pinturas (Fattal), outros funcionam bem quando a gama de tons é muito grande (Mantiuk). Veja os algoritmos usados aqui.
Cada método tem uma aplicação melhor, uma situação na qual funciona melhor. Alguns ficam bem realistas, outros são sensíveis à ruídos etc.
Ainda existem as preferências pessoais. Eu por exemplo gosto dos mais realistas, da cena mais parecida com o real, com o que vejo. Outros gostam de realçar as cores, torná-las mais intensas, e em alguns casos até exageradas. Outros gostam das mais irreais. Eu mesmo também gosto do Fattal, que é bem irreal, mas fica lindo em muitas situações. A criação do HDRI, especialmente o Tone Mapping, pode ser muito artístico, com muitas variáveis para se lidar, muitos resultados que se pode obter.
Pseudo-HDR
Imagens RAW são HDRI, como falado anteriormente. Então se pode fazer Tone Mapping usando somente uma imagem RAW. Pode não ter a gama toda de tons da cena, coisa que se conseguiria com várias exposições diferentes, mas como o RAW tem uma gama grande de tons, pode dar bons resultados. Tem casos que um só RAW já tem toda a gama da cena, e seria indiferente fazer várias exposições, e um método de Tone Mapping pode dar um resultado melhor, ou mais interessante, que o método usado pela câmera. Lembre-se, HDR também é arte.
Exemplos de Pseudo-HDR arte. A primeira foi feita com o método Mantiuk exagerando um pouco contraste e as cores, e as outras foram feitas usando o método Fattal.



Cada imagem só tinha um RAW.
Já vi Pseudo-HDR feito com um JPEG só, e põe Pseudo nisto… rs… É basicamente remapear as cores do JPEG, sem ter mais tons que possam ser representados. Eu já fiz com vários JPEGs, antes de corrigir um bug no programa que uso. Mas acredito que fique MUITO melhor com RAW, devido a eles já serem HDRI.
Pfsview
Existe mais um método de tratar e fazer Tone Mapping. Existe um programa de visualização de imagens HDRI bem simples para sistemas Unix-Like. O nome é pfsview. Ele permite ver imagens HDR. Com ele você mapeia em tempo real uma faixa de tons que você quer ver, e pode escolher uma de várias curvas gamma para o mapeamento. Se ficar bom, pode até salvar um LDR do que aparece na tela do computador. Tem vezes que o resultado é bom, e ainda, é bem rápido. Não duvido que existam outros programas capazes de fazer tratamentos rápidos e simples como o pfsview.
Para um inciante
Ordem de aprendizado sugerida:
Aprender a usar a prioridade de abertura, modo A, da câmera, e depois o modo manual, M.
Fotografar sempre em RAW+JPEG (Aviso, isto vai implicar em muito espaço em disco ocupado.).
Aprender a editar o RAW, trabalhar com ele. Se não tiver programa para isto, pode baixar o UFRaw. Ele tem versão para Windows, Mac OS etc.
Depois se preocupe em aprender a fazer HDR.
Finalizando
Não ensinei os detalhes como qual programa usar ou quais opções usar. Um dos motivos é que eu sou meio diferente. Eu uso oFreeBSD e softwares Open Source. Até software escrito pessoalmente pelo próprio Mantiuk já usei. As ferramentas que uso são diferentes do que a maioria das pessoas usa.
Ensinei muita teoria, o que pode ser bom para entender o que é HDR, mas quase nada de prática.
HDR não é para qualquer um. Já vi fotógrafos falando que não conseguiram fazer, e quando tentaram não deu certo. Talvez não tivessem entendido bem a idéia, ou tivesse faltado embasamento teórico.
Sobre as fotos
Todas as fotos foram feitas por mim usando uma Panasonic Lumix FZ28, que é uma das melhores Ultra Zoom feitas até hoje. (Ultra Zoom é uma categoria de câmeras amadoras, muitas com muitos recursos, caracterizada por serem fisicamente parecidas com SLRs porém menores e mais leves, e terem muito zoom. Câmeras DSLR tem sensores melhores, mas nem sempre são mais práticas, e são mais caras.)
Todas as fotos foram feitas em Paraty – RJ, exceto a da dançarina. A foto da Dançarina foi feita na sala de dança do Condomínio Cores da Lapa, e desconheço a autoria e quaisquer detalhes da foto de fundo. A Dançarina na frente da foto é uma amiga minha.
Ela foi criada para contornar as limitações dos equipamentos atuais, tanto os de captura de imagens, como de exibição.
Este artigo é meio longo, mas tentei fazer com que fosse claro, não maçante e fácil de ser entendido.
Este artigo foi baseado em uma longa explicação dada num tópico sobre dúvidas de HDR na comunidade “HDR Photo Brazil” do Orkut, que se tornou um artigo na comunidade depois de uma revisão. Aqui ele foi adaptado e revisto.
LDR (JPEG etc) x RAW
Para começar vamos definir o que é LDR. LDR é Low Dynamic Range. São imagens de baixa quantidade de tons. Antigamente, para uso geral e devido a dificuldades tecnológicas, imagens com 24 bits por pixel – 8 bits para cada uma das cores (RGB, Vermelho, Verde e Azul) – eram consideradas imagens de alta qualidade. Para uso geral ainda pode-se considerar isto mas para a fotografia não.
O olho humano é capaz de distinguir muito mais tons do que isto. Os sensores de câmeras têm limitações de quantidade de tons e o formato de imagem JPEG tem mais ainda. Não sei se você já tirou foto de uma cena e quando olhou a foto na câmera, ou no computador, viu que as sombras estavam mais escuras que na cena real, e a área que aparece estourada tinha detalhes que não apareceram na foto. A faixa dinâmica do olho é maior que a da câmera, especialmente em relação ao JPEG.
Muitos detalhes ainda estão no RAW que saiu do digitalizador do sensor. Mas uma imagem RAW não tem a correção de cor do balanço de branco, por exemplo. Ela é crua. Esta correção de cor é feita na criação do JPEG.
Não sabe o que é RAW? Aprenda no Click #1 – O que é RAW e conheça as Vantagens e Desvantagens de usar esse formato.
Quase a totalidade das câmeras amadoras costumam gerar o JPEG a partir deste RAW, que depois é descartado. Boas câmeras, para usuários mais exigentes, dão a opção de salvar este RAW, e também a de nem gerar o JPEG, só guardando o RAW.
Neste “espaço” a mais do RAW, o alcance dinâmico do RAW, não existem só valores intermediários aos valores representáveis no JPEG. Existem valores muito acima do branco e muito abaixo do preto do JPEG. Por exemplo: um vestido de noiva estourado no JPEG pode não estar estourado no RAW. Como uma sombra sem detalhes no JPEG pode ter muitas nuances que podem ser vistas tratando o RAW. Eu já tirei fotos estouradas propositalmente, para tratar o RAW e fazer uma imagem legal. Assim como já editei um RAW para clarear a área que estava em sombra.
O tratamento do RAW citado acima ainda não é chamado de HDR, mas o RAW pode ser chamado de HDRI (High Dynamic Range Image – Imagem de grande alcance dinâmico). Qualquer imagem de uma grande quantidade de tons, muito maior que o JPEG, pode ser chamada de HDRI.
Um exemplo bom de tratamento de JPEG, limitação de JPEG, e resultado com o tratamento de RAW, pode ser visto nas minhas fotos de um raio. Elas estão abaixo:
O JPEG que saiu da câmera:
O JPEG tratado:
Note que a foto que saiu da câmera estava muito estourada, e quando tentei melhorar encontrei a limitação de tons. Praticamente tudo que estava estourado continuou estourado. E ainda gerei uma espécie de “conjunto de degraus” nos tons da imagem. Isto se deve à falta de tons intermediários.
Pensei em tratar o RAW que saiu da câmera, mas deixei para depois. Quando li o artigo sobre RAW do Ivan de Almeida, que recomendo a leitura, me empolguei.
O RAW foi tratado e convertido para JPEG. Na realidade se escolhe uma curva na qual apareça melhor o que se deseja e a converte para um LDR, que no caso foi JPEG (Poderia ter sido um TIFF de 8 bits por cor.). O resultado foi:
O raio foi muito intenso, e ficou estourado até no RAW, mas o tratamento mostrou muitas coisas que eu nem tinha reparado na hora. Ao meu olho este raio pareceu fino, e não tão largo, mas não vi os detalhes que aparecem nele. O tratamento do RAW extraiu mais detalhes dos tons intermediários, que não existiam no JPEG, e ainda os detalhes além do branco do JPEG.
Outro exemplo, agora ao contrário, recuperando as sombras.
Imagem que saiu da câmera:
E depois de tratada:
Sim, era cena para fazer um HDR, mas eu não conhecia a técnica na época.
Sim, na cena acima eu perdi parte do céu tentando fazer a sombra aparecer. E note o ruído na parte mais escura.
Ruído
Todo sensor tem ruído, e ele fica mais evidente quando se clareia uma sombra. A foto acima não foi tirada fazendo super-exposição, o que melhoraria um pouco a situação da sombra.
Tem usos especiais nos quais o sensor é refrigerado com Nitrogênio líquido (-200 graus Celsius aproximadamente.) para gerar menos ruído. Parece que isto é comum em grandes telescópios. Câmeras com sensores pequenos, como as compactas e as Ultra Zoom, são mais sujeitas a ruídos devido ao sensor pequeno. As câmeras feitas para profissionais, semi-profissionais etc, são com sensores maiores para ter menos ruído.
Quanto maior a sensibilidade, maior é o ruído, pois a eletrônica da câmera amplifica mais o sinal que vem do sensor, e nisto amplifica também o ruído. Aumente o volume do amplificador de um aparelho de som, sem nenhuma entrada, e perceberá que sai um pouco de ruído das caixas de som. Aqui vai então a primeira dica: Faça HDR com baixa sensibilidade, com ISO 100, ou o ISO mais baixo natural do sensor da sua câmera.
Criação de uma HDRI
Mesmo um RAW pode não representar bem uma cena toda. Então se pode combinar vários deles para montar a cena toda. Cada uma com uma exposição diferente. Assim, o que não ficar bem representado em um RAW, ficando estourado ou escuro demais, será bem representado por outro, ou outros. Eu tipicamente uso passos de 2 EV.
Existem pelo menos dois métodos de juntar estas imagens, mas aparentemente o mais usado é o Debevec. Paul E. Debevec eJitendra Malik apresentaram o método na SIGGRAPH 97, em Agosto de 1997. Neste artigo usaram 16 fotos com 1 EV entre cada uma delas. Cada uma foi tirada com a metade do tempo de exposição da seguinte, e o dobro da anterior (ou ao contrário… mas não importa a ordem que tiraram as fotos). Depois as imagens foram colocadas num programa com o algoritmo criado por eles para juntar as imagens.
O algoritmo é basicamente uma média ponderada sofisticada, levando em conta o nível de exposição como o fator de ponderação. Neste processo é gerada uma HDRI com uma quantidade de tons muito mais alta que a de um só RAW.
Eu já fiz um HDR com 7 fotos, atravessando uma faixa de quase 12 EV, variando de 40 segundos de exposição até 1/100 s. Assim peguei a palmeira que estava escura até o letreiro luminoso.
Acho que este caso gerei uma HDRI com uma gama tonal maior que a do meu olho.
Algumas regras
Mas existem algumas regras para fazer as fotos e assim gerar o HDR de qualidade:
Nada pode se mexer. Se tiver vento e as plantas estiverem balançado, elas ficarão borradas. Pessoas se movendo ficam borradas.
Você não pode variar a abertura para mudar a exposição, pois isto muda a profundidade de campo, o que está ou não está em foco. E isto gera coisas borradas estranhas. varie só o tempo.
Em alguns programas de conversão é necessário travar o balanço de branco da câmera, para que esta informação seja constante por todo o processo.
ISO 100, ou o natural mais baixo do sensor. Se a câmera faz ISO 100 como um estendido, como as Nikon DSLR novas, use o 200, pois este pode lhe dar uma faixa dinâmica melhor. Não experimentei isto, mas acho que isto faz sentido com o que sei e já li.
Use formato RAW, e não JPEG. Por dois motivos. O RAW já é um HDRI, com uma faixa dinâmica maior, e o JPEG é uma aproximação matemática, com erros de aproximação, e isto gera ruídos.
Use um tripé muito estável. Isto ajuda, mesmo que o programa compense pequenos deslocamentos.
Tem câmeras que tem o recurso de tirar várias fotos em RAW com tempos de exposição diferentes. Use este recurso, a não ser que seja insuficiente para o caso. Eu uso modo manual e faço foto a foto por limitações da minha câmera.
Se a sua câmera for uma DSLR, é boa idéia levantar previamente o espelho.
Voltando ao exemplo acima
Voltemos ao exemplo acima. Na primeira foto, tal como aparecia no JPEG (a de 40 segundos) a palmeira estava muito clara, o céu tinha alguma claridade, mas a frente das construções e a rua estavam TOTALMENTE estouradas. Na segunda foto (a de 10 segundos) a palmeira estava um pouco escura, e as construções estouradas… Na foto com a exposição normal a palmeira estava muito escura, quase não aparecia, se é que aparecia. mas o letreiro era um borrão branco… E depois tudo foi escurecendo… Na de 1/25s, basicamente só aparecia o letreiro, e este ainda estava muito claro, mas já dava para ver coisas escritas nele. Na de 1/100 s só aparecia o letreiro, e ele estava um pouco escurecido.
Acima falei “tal como aparecia no JPEG”, pois o RAW continha mais informações, tanto intermediárias, como acima e abaixo do representável pelo JPEG (Ele é um LDR, lembra-se?). Mas duvido que na foto com a exposição sugerida como boa pela câmera desse para ler o letreiro ou ver muitos detalhes da palmeira, mesmo que fosse tratada.
Mas como se consegue ver as HDRI no Orkut, nos navegadores, na sua tela se nestes locais só são aceitos LDR?
Ops… rsrs Hora do Tone Mapping… rs
Como ver imagens HDR em um mundo preparado só para ver imagens LDR? Truque de mágica? Ilusionismo? Em parte sim.
Tone Mapping significa mapeamento de tons. São métodos para representar HDRIs em um formato LDR, de modo que se possa ver todos os, ou muitos dos, detalhes de tons. Alguns algoritmos levam em conta vizinhanças, outros não. Alguns são muito realistas (Reinhard 2002, Durand, Drago), outros parecem pinturas (Fattal), outros funcionam bem quando a gama de tons é muito grande (Mantiuk). Veja os algoritmos usados aqui.
Cada método tem uma aplicação melhor, uma situação na qual funciona melhor. Alguns ficam bem realistas, outros são sensíveis à ruídos etc.
Ainda existem as preferências pessoais. Eu por exemplo gosto dos mais realistas, da cena mais parecida com o real, com o que vejo. Outros gostam de realçar as cores, torná-las mais intensas, e em alguns casos até exageradas. Outros gostam das mais irreais. Eu mesmo também gosto do Fattal, que é bem irreal, mas fica lindo em muitas situações. A criação do HDRI, especialmente o Tone Mapping, pode ser muito artístico, com muitas variáveis para se lidar, muitos resultados que se pode obter.
Pseudo-HDR
Imagens RAW são HDRI, como falado anteriormente. Então se pode fazer Tone Mapping usando somente uma imagem RAW. Pode não ter a gama toda de tons da cena, coisa que se conseguiria com várias exposições diferentes, mas como o RAW tem uma gama grande de tons, pode dar bons resultados. Tem casos que um só RAW já tem toda a gama da cena, e seria indiferente fazer várias exposições, e um método de Tone Mapping pode dar um resultado melhor, ou mais interessante, que o método usado pela câmera. Lembre-se, HDR também é arte.
Exemplos de Pseudo-HDR arte. A primeira foi feita com o método Mantiuk exagerando um pouco contraste e as cores, e as outras foram feitas usando o método Fattal.
Cada imagem só tinha um RAW.
Já vi Pseudo-HDR feito com um JPEG só, e põe Pseudo nisto… rs… É basicamente remapear as cores do JPEG, sem ter mais tons que possam ser representados. Eu já fiz com vários JPEGs, antes de corrigir um bug no programa que uso. Mas acredito que fique MUITO melhor com RAW, devido a eles já serem HDRI.
Pfsview
Existe mais um método de tratar e fazer Tone Mapping. Existe um programa de visualização de imagens HDRI bem simples para sistemas Unix-Like. O nome é pfsview. Ele permite ver imagens HDR. Com ele você mapeia em tempo real uma faixa de tons que você quer ver, e pode escolher uma de várias curvas gamma para o mapeamento. Se ficar bom, pode até salvar um LDR do que aparece na tela do computador. Tem vezes que o resultado é bom, e ainda, é bem rápido. Não duvido que existam outros programas capazes de fazer tratamentos rápidos e simples como o pfsview.
Para um inciante
Ordem de aprendizado sugerida:
Aprender a usar a prioridade de abertura, modo A, da câmera, e depois o modo manual, M.
Fotografar sempre em RAW+JPEG (Aviso, isto vai implicar em muito espaço em disco ocupado.).
Aprender a editar o RAW, trabalhar com ele. Se não tiver programa para isto, pode baixar o UFRaw. Ele tem versão para Windows, Mac OS etc.
Depois se preocupe em aprender a fazer HDR.
Finalizando
Não ensinei os detalhes como qual programa usar ou quais opções usar. Um dos motivos é que eu sou meio diferente. Eu uso oFreeBSD e softwares Open Source. Até software escrito pessoalmente pelo próprio Mantiuk já usei. As ferramentas que uso são diferentes do que a maioria das pessoas usa.
Ensinei muita teoria, o que pode ser bom para entender o que é HDR, mas quase nada de prática.
HDR não é para qualquer um. Já vi fotógrafos falando que não conseguiram fazer, e quando tentaram não deu certo. Talvez não tivessem entendido bem a idéia, ou tivesse faltado embasamento teórico.
Sobre as fotos
Todas as fotos foram feitas por mim usando uma Panasonic Lumix FZ28, que é uma das melhores Ultra Zoom feitas até hoje. (Ultra Zoom é uma categoria de câmeras amadoras, muitas com muitos recursos, caracterizada por serem fisicamente parecidas com SLRs porém menores e mais leves, e terem muito zoom. Câmeras DSLR tem sensores melhores, mas nem sempre são mais práticas, e são mais caras.)
Todas as fotos foram feitas em Paraty – RJ, exceto a da dançarina. A foto da Dançarina foi feita na sala de dança do Condomínio Cores da Lapa, e desconheço a autoria e quaisquer detalhes da foto de fundo. A Dançarina na frente da foto é uma amiga minha.
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